
Quatro meses depois de partires…
Continuas presente!
Dizer-te adeus não acalma a dor nem as saudades…
Fazes-me falta…

De um trago apenas, sorvo o ar que me sopras
Estico a mão, teço a teia e lanço-a a ti
Trepo pelo teu corpo, indiferente aos protestos…
Não me importo!
Emaranho-te no viscoso dos laços e prendo-te!
Sou predadora porque és caça vulnerável…
Sem esforço, alcanço-te…
Mas… não te quero!