Skip navigation

Monthly Archives: Junho 2009

Sem título

 

 

Gostava de acordar e perceber que o jogo avançou para o patamar seguinte…

Gostava de ser como o Super Mário, que na luta com os dragões e suas bolas de fogo, parte os tijolos, pula os muros, ganha vidas extras e passa de nível…

A luta de David contra Golias!

Lamento bastante, ver sofrer quem gosto. Perceber que não se trata de fingimento; que é um sofrer real, dilacerante, e que devagarinho as trevas se apossaram da sua mente, não permitindo qualquer raio de lucidez e discernimento atravessar o seu espírito! Perceber que a avalanche emocional que a pessoa vive se despoletou por minha causa/efeito!

Simultaneamente tenho noção, que provavelmente a maioria das pessoas não se compadecia com os comportamentos/consequências de que tenho sido alvo, no entanto toda a paciência, que julgo esgotar-se amanhã, tem ajudado a suportar…

Aguardo ansiosa pelo dia, em que tudo isto me parecerá longínquo… Almejo o dia, que perceberei que tão cruéis emoções se desvaneceram, dando lugar a uma cordial convivência ( a preservar por uma razão MAIOR)…

Um palmo á frente do meu nariz, para que o seu odor não se apague na minha memória, está esse dia…

 

 

 

 

 

 

“Quem sabe eu ainda sou uma garotinha
Esperando o ônibus da escola sozinha
Cansada com minhas meias três quartos
Rezando baixo pelos cantos
Por ser uma menina má
Quem sabe o príncipe virou um chato
Que vive dando no meu saco
Quem sabe a vida é não sonhar”

 

Cassia Eller, cuja vida foi percorrida com intensidade… cuja ausência faz sentir saudades…

 

 

 

 

 

 

 

tom-ross2

 

 

“A esperança e a ilusão são provas do coração. Valem por si. Feliz de quem tem a coragem e imaginação suficientes para se iludir. Raios partam a cobardia vigente de quem tem tanto medo de se desiludir que se coíbe, logo à partida, de acreditar no que não esteja comprovado. Como no amor: corre-se o risco de falhar, de tudo perder, de sofrer. Mas que importa isso…se corre-se o risco de tudo conseguir ganhar? “

Excerto de ‘esperar’, MEC