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Monthly Archives: Outubro 2009

saudade

… que tenho de ti?!

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Correntes

 

“O primeiro grau do heroísmo é vencer o medo ”  G.P.Bona

“É melhor sofrer o pior agora do que viver no eterno medo dele” Júlio César 

being bored 

 

A pseudo-perfeição que serve de alvitre para a colocação de textos e afins em blogues, entedia-me de morte!

Deve ser da idade! Depois dos 30, há mais dificuldade e menos pachorra, para blá, blá, blás sem substância nem constância!

Boring!…

 

boca do inferno

 

tem boca!  E existe! Aqui na terra! É o limite…

cegueira

 

 

Cada vez mais convencida,  que não conhecemos bem as pessoas no prólogo mas nos últimos capítulos, pergunto-me, porque tendencialmente somos tentados a evidenciar o melhor de nós, mascarando ou mesmo escondendo, o nosso lado lunar…

Quando nos apaixonamos, a sedução baralha-nos os sentidos e se a pessoa exercer realmente um fascínio sobre nós, não vislumbramos os detalhes, nem observamos com real discernimento alguns sinais. Eles estão lá, mais ou menos velados, defronte do nosso olhar, prontos para serem reconhecidos… mas… se o click for accionado, não será um olhar mais hábil ou diligente, o detentor da capacidade de enviar um alerta ao cérebro, de forma a evitar o deslumbramento inerente ao encanto que a pessoa nos transmitiu!

O amor não é robótico! O amor não possui dispositivos on-off que possamos utilizar a nosso bel-prazer! O amor não é matéria! O amor não é dirigível!

O amor é psicossomático! O amor é pessoal e intransmissível!  O amor é incontrolável! O amor transcende todas as definições!

ying yang

 

 

Há pessoas, que deviam ser admoestadas, por conduzirem a vida com excesso de velocidade!

Há outras, que mereciam uma coima, por quase adormecerem ao volante da vida…

A carta

 

“Chega sempre a hora em que não basta apenas protestar: após a filosofia, a acção é indispensável ” – Victor Hugo

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     Soprei a lágrima incandescente que me sucumbia aos poucos

     Rasguei o soneto de sangue que trazia ao peito

     Limpei a música diáfana de falsas auroras vestida

     E agora… enterro a amargura velada, de promessas estreitas!

 

 

“As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir…”