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Category Archives: Sentir

… uma princesa!

Princesa Sofia!

[Por palavras não escrevo o que o sentimento clama!

Digo-te apenas a ti, S.,  que desejo o melhor… tal como o desejo, para outro pequeno principe…]

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… of the darkness?!

 

“Como dizia o poeta

Quem já passou por essa vida e não viveu

Pode ser mais, mas sabe menos do que eu

Porque a vida só se dá pra quem se deu

Pra quem amou, pra quem chorou, pra quem sofreu

Ah, quem nunca curtiu uma paixão nunca vai ter nada, não

Não há mal pior do que a descrença

Mesmo o amor que não compensa é melhor que a solidão

Abre os teus braços, meu irmão, deixa cair

Pra que somar se a gente pode dividir

Eu francamente já não quero nem saber

De quem não vai porque tem medo de sofrer

Ai de quem não rasga o coração, esse não vai ter perdão

Quem nunca curtiu uma paixão, nunca vai ter nada, não”

Vinicius de Moraes

Rua Sésamo

 

 

A Rua Sésamo faz  anos!

O Poupas e C& da minha infância, cujas aventuras acompanhava religiosamente, estão de parabéns! 

Já um pouco remota na minha memória, esta noticía trouxe-me, no entanto, um doce revivalismo…

nuvens

Por vezes sinto-me assim…

A caminhar em nuvens azuis e brancas sob prados verdes em montes alentejanos…

Só ás vezes…

Qual lirismo romântico, porém estéril, mas que  me suscita altos voos…

boca do inferno

 

tem boca!  E existe! Aqui na terra! É o limite…

cegueira

 

 

Cada vez mais convencida,  que não conhecemos bem as pessoas no prólogo mas nos últimos capítulos, pergunto-me, porque tendencialmente somos tentados a evidenciar o melhor de nós, mascarando ou mesmo escondendo, o nosso lado lunar…

Quando nos apaixonamos, a sedução baralha-nos os sentidos e se a pessoa exercer realmente um fascínio sobre nós, não vislumbramos os detalhes, nem observamos com real discernimento alguns sinais. Eles estão lá, mais ou menos velados, defronte do nosso olhar, prontos para serem reconhecidos… mas… se o click for accionado, não será um olhar mais hábil ou diligente, o detentor da capacidade de enviar um alerta ao cérebro, de forma a evitar o deslumbramento inerente ao encanto que a pessoa nos transmitiu!

O amor não é robótico! O amor não possui dispositivos on-off que possamos utilizar a nosso bel-prazer! O amor não é matéria! O amor não é dirigível!

O amor é psicossomático! O amor é pessoal e intransmissível!  O amor é incontrolável! O amor transcende todas as definições!

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     Soprei a lágrima incandescente que me sucumbia aos poucos

     Rasguei o soneto de sangue que trazia ao peito

     Limpei a música diáfana de falsas auroras vestida

     E agora… enterro a amargura velada, de promessas estreitas!

orquidea

 

Quase diariamente, despedi-me… Devagar, com o coração partido, triste mas conformada

Quando me disseram que tinhas partido, tive uma reacção estranha, quase insípida, quase desnuda de sentimento

Depois… depois, apercebi-me que o adeus seria para sempre, não te voltaria a ver!

O meu egoísmo quer-te aqui! A minha razão deixa-te ir…

Conheço-te desde sempre… Dentro de mim, viverás para sempre!

Deixas-me na memória a tua força de vontade, a garra de viver, os silêncios prolongados e o olhar perscrutador, mas doce… Deixas-me no ouvido as palavras duras de quem me quer bem… Deixas-me tanto, que tenho dificuldade em te deixar ir… mas, vai… porque aqui, junto a mim, ocupas uma segunda cadeira, neste espaço intimo e sagrado que só a mim pertence!

Lamento não te ter dito, nunca, o que significavas para mim! Tenho esta dificuldade, desculpa! Mas significavas tanto! Tanto…Por isso me dói profundamente, por isso chorei copiosamente a tua partida, por isso ainda me ocorrem lágrimas quando me lembro que te apartaste…

Prometo, que tentarei apenas pensar nos risos e brincadeiras, nos almoços e festas, na companhia que tanta saudade me faz… prometo, que tentarei apenas pensar nos momentos bons…

Lembrar-me-ei de ti… sempre…

insc3b3nia

 

 

Não quero um “amor” obsessivo! Prefiro que não me “amem”…